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Archive for the ‘Biologia 11’ Category

Os Reinos da Vida

Posted by disciplinex em Fevereiro 3, 2009

Whittaker, propôs  um sistema de classificação dos seres vivos em 5 reinos: Reino Monera, Reino Protista, Reino Fungi e reino Animal.

Reino Monera:


Tipo de célula:  Procariotica

Níveis de organização celular: Unicelulares

Tipo de Nutrição:  São Autotróficas, fazem a fotossíntese e a quimiossíntese e são heterotróficas, obtendo o seu alimento por absorção.

Interacção nos ecossistemas: São  Produtores e microconsumidores.

Exemplos: Bactérias

Reino Protista

Tipo de célula : Eucariótica

Nivel de organização celular:  Unicelular contendo também organismos coloniais

Tipo de nutrição: são autotróficas, fazem a fotossíntese e são heterotróficas, obtendo o seu alimento por ingestão ou absorção

Interacção nos ecossistemas: produtores, macroconsumidores e microconsumidores

Exemplos: Algas e Protozoários (amibas e paramécias)

Reino Fungi


Tipo de célula:  Eucarióticas

Níveis de organização celular: Muticelulares

Tipo de nutrição:  são heterotróficas, obtendo o seu alimento por absorção

interacção nos ecossistemas: Microconsumidores

Exemplo: Cogumelos, leveduras, bolores

Reino Planta

Tipo de célula: Eucarióticas

Nivel de organização celular: Multicelulares

Tipo de nutrição: São autotróficas, fazem a fotossíntese.

Interacção nos ecossistemas: São produtores

Exemplo: Pinheiro, polipódio

Reino Animal:


Tipo de célula: Eucariotica

Níveis de organização celular: Mulicelulares

Tipo de nutrição: são heterotroficos, obtem o seu alimento por ingestão

Interacção nos ecossistemas: são macroconsumidores.

Exemplo: Minhoca, ser humano

Actualmente, divide-se os seis reinos em 3 Domínios:

Dominio Bacteria (procariontes) – corresponde ao reino Eubacteria

Domino Archaea (procariontes)- corresponde ao reino dos Archaebacteria

Dominio Eucarya (eucariontes)- corresponde ao reino protista, fungi, planta e animal.

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Taxonomia

Posted by disciplinex em Fevereiro 3, 2009

taxonomia

A cada grupo de família, género, classe corresponde a uma categoria taxonómica.

Espécies semelhantes formam um género, géneros  semelhantes formam uma família, e assim sucessivamente.

A diversidade é maior no Reino e vai diminuindo ao longo das categorias taxonomicas. No entanto o grau de parentesco entre duas especies é maior quanto maior o numero de categorias taxonómicas comuns a eles.

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Sistemática dos Seres Vivos

Posted by disciplinex em Fevereiro 2, 2009

A sistemática é a ciencia que estuda os seres vivos, as relações evolutivas entre os mesmos e desenvolve sistemas de classificação.

A Taxonomia é o ramo da Sitemática que se ocupa da classificaçao dos seres vivos e da nomenclatura (dar nome aos grupos formados).

Diversidade de Critérios de Classificação


Na antiguidade, o Homem tinha interesse em saber quais os animais venenosos e os não venenosos, os que eram economicamente rentáveis e os que não eram.

Ou seja, classificava os seres vivos de forma simples visando satisfazer as suas necessidades básicas.

Este tipo de classificaços dos seres vivos é designado de classificaçoes praticas.

Mais tarde classificou-se os animais segundo critérios morfologicos e fisiológicos, estas classificações são designadas classificações racionais pois baseam-se em caracteristicas dos animais.

Dentro das classificaçoes racionais enquadram-se classificações naturais e artificiais.


Classificaçoes Artificiais: período pré-lineano em que se faziam classificações dos seres vivos baseando-se em poucos caracteres (cor do sangue, estrutura do coraçao etc), o que consequentemente se foramrão grupos cujo individuos eram muito heterogeneos (diferentes) entre si.

Classificaçoes Naturais: periodo compreendido entre o pos-lieano e o pré-darwiniano, em que as classificaçoes se baseam no numero maximo de caracteres possiveis de modo a enquadrar num grupo os animais mais homogeneos possiveis (mais semelhantes).

Estas classificaçoes racionais (naturais e artificiais) sao regidas pelo fixismo, logo nao tem importancia o factor tempo. Face a tal estas classificaçoes, no seu todo, sao designadas por classificaçoes Horizontais.

As ideias evolucionistas começaram por se impor, defendendo que os seres vivos estavam relacionados por laços de parentesco.

Estas classificaçoes são designadas por classificaçoes Filogenéticas, pois como referido, denfendem que os seres vivos têm uma origem comum.

Como sao classificaçoes evolucionistas, têm em conta o factor tempo, de tal modo que sao designadas por classificaçoes verticais.

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Fixismo e Evolucionismo

Posted by disciplinex em Fevereiro 2, 2009

Fixismo

  • As espécies eram fixas e imutáveis.
  • Não sofriam evolução pois eram perfeitas.
  • Os indivíduos são independentes entre si
  • Não tem em conta o factor tempo

Evolucionismo


A evolução das espécies segundo Lmark


Lmark  explica a evolução das especies segundo:

– Lei do Uso e do desuso

– Lei da herança dos caracteres adquiridos

Face a uma alteração do meio, os indivíduos têm necessidade a adaptarem-se a esse novo meio, de tal modo que mudam o seu comportamento, o que conduz ao desenvolvimento ou ao atrofio dos órgãos dependendo do uso ou do desuso dos mesmos.

Assim, o organismo experimenta transformações de modo a adequarem-se ao novo meio e essas modificações irão ser transmitidas á descendência.

Tomemos como exemplo as Girafas, pressupõe-se que as girafas possuem pescoço curto, e face a uma alteração do meio o alimento que outrora estava disposto a pequenas altitudes agora está somente disposto a altitudes muito elevadas. Tal  alterações implica que as girafas tenham de exercer um esforço constante dos seus órgãos de modo a obter alimento a grandes altitudes . O constante uso do órgão desenvolve o mesmo, neste caso o constante uso do pescoço permitiu que ele crescesse até á forma actual que vemos hoje.

Da mesma maneira que outros orgaões nao sao desenvolvidos irão atrofiar.

A Evolução de espécies segundo Darwin

Segundo Darwin uma população já apresentava variabilidade entre indivíduos. Darwin verificou que os indivíduos produzem mais descendentes que aqueles que acabam pro sobreviver. Ocorre entre estes luta por sobrevivência.

Face a uma alteração do meio certos indivíduos encontram-se mais aptos para sobreviver em contraste com outros menos aptos, que acabarão, gradualmente, por ser eliminados.

O meio favorece os mais aptos – selecção natural– pois possuem as características mais dotadas para sobreviver nesse meio.

Irão sobreviver mais tempo, logo produzirão mais descendentes, transmitindo as suas características futuras gerações.

Contudo, Darwin não sabia a razão de as espécies serem diferenciadas entre si, ou seja, aprensentarem variabilidade.

A teoria Neodarwinismo baseia-se na teoria de Darwin, embora explique que a população apresentava variabilidade devido a fenómenos como mutações e recombinações genéticas.

Argumentos do evolucionismo

Dois indivíduos aparentemente diferentes podem ser semelhantes anatomicamente

Dados da anatomia comparada


– Estruturas Homólogas

Os esqueletos de dois indivíduos podem usufruir de funções diferentes, no entanto podem ter o mesmo plano estrutural, o que revela que tiveram uma origem comum. Estas estruturas que apresentam funções diferentes mas que contêm um plano estrutural semelhante são designadas estruturas homólogas

Um ancestral comum evidencia uma evoluçao divergente e o facto de estruturas homologas terem funçoes diferentes é devido às diferentes pressoes selectivas que cada estrutra experimenta no ambiente em que esta inserida.

– Estruturas Análogas

Estruturas análogas são estruturas que possuem as mesmas funções, mas que não têm o mesmo plano de organização estrutural, por isso não se provenieram de um ancestral comum. Estas somente estiveram sujeitas á mesma pressão selectiva que ocasionou as mesmas funções para ambas as estruturas.

Assim, estas são derivadas de uma evolução convergente.

– Estruturas vestigiais

As estruturas vestigiais são estruturas que actualmente são atrofiadas, no entanto eram claramente funcionais em especies ancestrais.

Dados da Paleontologia

A Paleontologia é a ciência que estuda os fosseis.

Um argumento a favor da evolução é o facto de se encontrarem fosseis, designados de fosseis de forma intermédia ou sintética com características que actualmente pertencem a dois grupos distintos.

Por exemplo:  se encontrarmos um fóssil de um animal que contenha tanto penas como escamas admitimos que tanto as penas como as escamas pertencem a um só grupo, mas na actualidade admitimos que as penas e as escamas pertencem a grupos diferentes, um ao grupo das aves e outro dos repteis.

Então pensa-se que no passado estes grupos eram um só, no entanto divergiram-se tornando-se autónomos ocorrendo o fenómeno da evolução.

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Origem da Multicelularidade

Posted by disciplinex em Fevereiro 1, 2009

Quando o planeta era somente habitado por seres unicelulares estes competiam entre si, em que os que tinham maior tamanho prevaleciam de uma maior vantagem.

Contudo, os seres unicelulares não podiam aumentar de tamanho indefinidamente pois o aumento do volume da célula não e proporcional ao aumento da área de superfície da membrana plasmática, o que põe em evidencia a eficácia das trocas com o meio externo.

Face a isto as células eucarioticas unicelulares se associaram entre si, originando colónias.

As células unicelulares eucarioticas pertencentes a uma colonia participam na mesma função, posteriomente estas se especializaram em determinadas funçoes e se diferenciam, originando seres multicelulares

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Origem dos seres Eucariontes.

Posted by disciplinex em Fevereiro 1, 2009

A origem da diversidade de vida na Terra terá tido origem nos seres procariontes, pensa-se que terão sido os primeiros seres a surgir pelo facto de apresentarem uma simplicidade tanto a nivel estrutural como funcional.

Posteriormente, terão surgido as primeiras células eucarioticas que, associadas entre si, deram origem a seres multicelulares que encontramos actualmente.


Qual a origem das células eucarioticas?

Existem dois modelos que explicam a origem das células eucárioticas:

– Modelo Autogénico

– Modelo Endossimbiótico

Modelo Autogénico

As células eucarioticas, segundo o modelo autogenético, terão surgido a partir de invaginações da membrana palsmatica de células procarioticas ancestrais.  A ocorrência desse fenómeno origina estruturas endromembranares, que se isolam rodeando porções de DNA. Posteriormente se especializam, formando os organelos, tais como o núcleo individualizado, cloroplastos e mitocondrias.

Este modelo é apoiado pelo facto de a membrana dos organelos endromembranas manter a mesma assimetria da membrana plasmatica da célula.
Contudo,  era contestado pois pressupõe que, numa célula eucariotica, o DNA do núcleo e o DNA das mitocondrias e dos cloroplastso sejam semelhantes, no entanto, tal não se verifica.

O DNA dos  mitocondrias e dos cloroplastos é mais idêntico a bactérias autónomas do que do DNA do próprio núcleo.

Modelo Endossimbiotico

Segundo o modelo endossimbiotico as celulas procariontes terão incporporado bacterias autonomas, estabelecendo uma relação de simbiose entre as bacterias e a celula hospedeira de maiores dimenões. Os mitocondrias e os cloroplastos são o resultado do aglomeramento de cianobacterias e bactérias aerobias.

Este modelo ainda assim não explicava a formação do nucleo nas celulas eucariontes, mas deduz-se que tido origem atraves de invaginações da membrana que envolveram o material genetico.

sem-titulo

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Ciclo de vida Diplonte

Posted by disciplinex em Dezembro 1, 2008

diplonte

Verificamos que este ciclo é Diplonte pelo facto de a estrutura multicelular ser Diplonte, ou seja, o organismo adulto conter células cujo núcleo é diploide.

Ocorre a Fecundação, originando um ovo diplonte que irá sofrer sucessivas mitoses e irá se diferenciar, originado uma estrutura multicelular.

As células que se irão especializar nos gâmetas irão sofrer meiose, é designada meiose pré-gamética.

Repete-se o ciclo quando houver fecundação dos gâmetas formados.

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Ciclo de Vida Haplonte

Posted by disciplinex em Dezembro 1, 2008

haplonte

Ocorre a fecundação, originando uma estrutura diploide, o ovo.

O ovo vai sofrer meiose (meiose-pós-zigótica), em que ocorrera uma divisão reducional, passando a originar 4 células geneticamente diferentes, ao qual 3 delas se degeneram ficando apenas uma funcional.

Essa célula irá sofrer mitoses e ocorrerá diferenciação, originando uma estrutura multicelular haplóide.

Na formação dos gâmetas ocorrerá a posterior fecundação.

O ciclo é haplonde porque as estruturas mais desenvolvidas encontram-se na haplofase, pois a unica estrutura diplonte é o ovo.

À alternância de fases nucleares é devido a ocorrência de processos como a Meiose e Fecundação.

A meiose permite a redução cromossómica em que as células diploides passam para haplóides, apresentado-se estruturas haploides, como também a fecundação permite a duplicação cromossómica permitindo a existencia de estruturas cujo nucleo é diploide.

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