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Fixismo e Evolucionismo

Posted by disciplinex em Fevereiro 2, 2009

Fixismo

  • As espécies eram fixas e imutáveis.
  • Não sofriam evolução pois eram perfeitas.
  • Os indivíduos são independentes entre si
  • Não tem em conta o factor tempo

Evolucionismo


A evolução das espécies segundo Lmark


Lmark  explica a evolução das especies segundo:

– Lei do Uso e do desuso

– Lei da herança dos caracteres adquiridos

Face a uma alteração do meio, os indivíduos têm necessidade a adaptarem-se a esse novo meio, de tal modo que mudam o seu comportamento, o que conduz ao desenvolvimento ou ao atrofio dos órgãos dependendo do uso ou do desuso dos mesmos.

Assim, o organismo experimenta transformações de modo a adequarem-se ao novo meio e essas modificações irão ser transmitidas á descendência.

Tomemos como exemplo as Girafas, pressupõe-se que as girafas possuem pescoço curto, e face a uma alteração do meio o alimento que outrora estava disposto a pequenas altitudes agora está somente disposto a altitudes muito elevadas. Tal  alterações implica que as girafas tenham de exercer um esforço constante dos seus órgãos de modo a obter alimento a grandes altitudes . O constante uso do órgão desenvolve o mesmo, neste caso o constante uso do pescoço permitiu que ele crescesse até á forma actual que vemos hoje.

Da mesma maneira que outros orgaões nao sao desenvolvidos irão atrofiar.

A Evolução de espécies segundo Darwin

Segundo Darwin uma população já apresentava variabilidade entre indivíduos. Darwin verificou que os indivíduos produzem mais descendentes que aqueles que acabam pro sobreviver. Ocorre entre estes luta por sobrevivência.

Face a uma alteração do meio certos indivíduos encontram-se mais aptos para sobreviver em contraste com outros menos aptos, que acabarão, gradualmente, por ser eliminados.

O meio favorece os mais aptos – selecção natural– pois possuem as características mais dotadas para sobreviver nesse meio.

Irão sobreviver mais tempo, logo produzirão mais descendentes, transmitindo as suas características futuras gerações.

Contudo, Darwin não sabia a razão de as espécies serem diferenciadas entre si, ou seja, aprensentarem variabilidade.

A teoria Neodarwinismo baseia-se na teoria de Darwin, embora explique que a população apresentava variabilidade devido a fenómenos como mutações e recombinações genéticas.

Argumentos do evolucionismo

Dois indivíduos aparentemente diferentes podem ser semelhantes anatomicamente

Dados da anatomia comparada


– Estruturas Homólogas

Os esqueletos de dois indivíduos podem usufruir de funções diferentes, no entanto podem ter o mesmo plano estrutural, o que revela que tiveram uma origem comum. Estas estruturas que apresentam funções diferentes mas que contêm um plano estrutural semelhante são designadas estruturas homólogas

Um ancestral comum evidencia uma evoluçao divergente e o facto de estruturas homologas terem funçoes diferentes é devido às diferentes pressoes selectivas que cada estrutra experimenta no ambiente em que esta inserida.

– Estruturas Análogas

Estruturas análogas são estruturas que possuem as mesmas funções, mas que não têm o mesmo plano de organização estrutural, por isso não se provenieram de um ancestral comum. Estas somente estiveram sujeitas á mesma pressão selectiva que ocasionou as mesmas funções para ambas as estruturas.

Assim, estas são derivadas de uma evolução convergente.

– Estruturas vestigiais

As estruturas vestigiais são estruturas que actualmente são atrofiadas, no entanto eram claramente funcionais em especies ancestrais.

Dados da Paleontologia

A Paleontologia é a ciência que estuda os fosseis.

Um argumento a favor da evolução é o facto de se encontrarem fosseis, designados de fosseis de forma intermédia ou sintética com características que actualmente pertencem a dois grupos distintos.

Por exemplo:  se encontrarmos um fóssil de um animal que contenha tanto penas como escamas admitimos que tanto as penas como as escamas pertencem a um só grupo, mas na actualidade admitimos que as penas e as escamas pertencem a grupos diferentes, um ao grupo das aves e outro dos repteis.

Então pensa-se que no passado estes grupos eram um só, no entanto divergiram-se tornando-se autónomos ocorrendo o fenómeno da evolução.

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Ciclo de vida Haplodiplonte

Posted by disciplinex em Dezembro 1, 2008

haplodiplonte

Por tópicos:

O ciclo é Haplodiplonte pelo facto de em cada fase nuclear (haplofase e diplofase) se verificar estruturas multicelulares.

1- Ocorre a Fecundação.

2- O Ovo, diploide, experimenta várias mitoses, originando inuméras células que se diferenciam entre si. Forma-se assim um organismo multicelular diploide, designado de Esporófito.

3- As células que se vao especializar nos esporos vão sofrer meiose, ou seja, dão origem a células haploides.

4- Os Esportos (células haploides) vão se dividir, ocorrendo mitoses, esta divisão permite a formação de uma estrutura multicelular, desta vez haploide.

A estrutura multicelular Haploide é designada de Gametófico, que possui os sistemas reprodutores do ser vivo

Sistema Reprodutor Masculino (ou gametângio masculino) -> Anterídios, que produzem gâmetas masculinos -> Anterozoides

Sistema Reprodutor Feminino (ou gamentângio feminio) -> Arquegónios, que produzem gâmetas femininos -> oosferas.

Assim, no gametófico formam-se gâmetas que posteriormente irão se fecundar, originando um novo ciclo.

Existe alternância de fases nucleares, pois ocorreu a meiose e a fecundação, possibilitando a existencia de estruturas tanto diploides como haploides.

Existe alternancia de gerações, geração gametófica e geração esporófita.

A geração esporófica (fase diploide) compreende as estruturas desde a formação do zigoto até ás células mães dos esporos, é designada geração espórofica pois nesta existem estruturas que formam esporos

A geração gametófica (fase haploide) compreende as estruturas desde a formação de esporos até á formação dos gâmetas.

É designada gametófica devido a que nesta geração existem estruturas que formam gâmetas.

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