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Archive for Julho, 2008

Limites Conservativos

Posted by disciplinex em Julho 19, 2008

Os limites conservativos ocorrem entre duas placas litosféricas que se colidem, como apresentam densidades semelhantes não ocorrera uma subducção de uma placa em relação á outra, ou seja, a placa menos densa afundar-se em relação á mais densa.

Estes limites resultam de uma acumulação de energia que quando esta ultrapassa a resistência oferecida pelas rochas constituintes ocorre uma falha, esta energia é libertada sobre a forma de calor e ondas sísmicas. Está provado então uma relação com a actividade sísmica.

O Movimento das Placas Tecntónicas que originam este e outros limites aqui referidos são devido ás Correntes de convecção

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Limites Convergentes

Posted by disciplinex em Julho 18, 2008

Quando duas placas, por acção das correntes de convecção se colidem provocam a destruição de crosta continental visto que uma placa vai “mergulhar” sobre outra, destruindo-se. Estas “mergulham” uma sobre a outra de acordo com as densidades, em que a de maior densidade tem tendência a se destruir (limites entra placa oceânica e placa continental, a placa oceânica é que vai submergir, visto ter maior densidade que a placa continental). Nestas zonas de subducção formam-se fossas, ou seja, grandes depressões causadas pelas placas litosféricas.

Está associada à actividade vulcânica visto que provoca a fusão dos materiais constituintes das placas, originando magma que aflora á superficie onde arrefece elaborando uma estrutura cónica – montanhas costeiras – que podem ter actividade vulcânica, formando vulcões

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Limites Divergentes

Posted by disciplinex em Julho 18, 2008

Os Limites divergentes são resultado do afastamento de duas placas, no qual se forma um vale central, o rifte, por onde ascende magma originando vulcões. Este limite é construtivo pois possibilita expansão dos fundos oceânicos.

A Movimentação das Placas Litosféricas é devido ás correntes de convecção

Deixo aqui uma Animação para melhor consolidação.

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Limites das Placas Litosféricas

Posted by disciplinex em Julho 18, 2008

O nosso Planeta é composto por um conjunto de placas litosféricas que podem conter crosta continental como também oceânica, aglomeram os continentes que são massa terrestre, por isso os continentes não são placas litosféricas, mas estão inseridos nestas.

O movimento destas placas litosféricas tem como consequência a possível colisão com outras placas, o que gera certos limites consequentes dessas colisões, também se podem gerar numa placa única sem intervenção de outras.

Os Limites que vamos abordar são:

Limites Divergentes

Limites Convergentes

Limites Conservativos

O Movimento das Placas Litosféricas é devido ás correntes de Convecção.

O que são correntes de convecção?

Correntes de convecção é a transferência de calor através de um fluido, esta é feita por um movimento circulatório.

Este movimento circulatorio é devido ás diferenças de temperatura existentes no manto o que gera diferenças de densidade, pois quanto mais quente menos denso, tendo tendência a subir no manto e quanto mais frio mais denso ficando em baixo, desencadeando um movimento circulatorio responsável pelo deslocamento das placas litósféricas.

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Mobilismo geológico

Posted by disciplinex em Julho 16, 2008

O Mobilismo geológico é uma mudança associada a fenómenos geológicos, nomeadamente, actividade vulcaniza, sísmica, tectónica de placas.

Houve uma grande mudança no aspecto geográfico do planeta, a nível das posições dos continentes. Hoje, todos nós sabemos que temos diversos continentes e respectivos oceanos, mas no passado, há cerca de 225 Milhões de anos admitiu-se existir um só Super-continente chamado Pangeia, ou seja, todos os continentes que actualmente se encontram afastados estavam unidos no passado e rodeado por um único oceano, chamado Pantalassa.

Que provas apoiam esta hipótese:

– O Traçado de zonas costeiras dos continentes

– Semelhança de camadas rochosas com a mesma idade

– Os Testemunhos Fósseis

FACTOS:

No passado a Índia fazia parte do continente africano, mas acabou por se separar deste e se juntar ao continente asiático, formando os conhecidos Himalaias, resultando de elevação e deformação de camadas ali existentes.

Admitiu-se que o continente da América do sul e da América do norte estavam separados, mas se conectaram, como hoje se encontram, devido á formação de um istmo, o que os uniu, é o chamado istmo do Panamá, permitiu a migração de animais de um continente para o outro, mais tarde encontraram-se fósseis desses animais em ambos os continentes o que deu ênfase á teoria.

Quando estudei esta parte recorri a ajuda de um mapa de maneira a relacionar com o conteudo, o que me ajudou muito, deixo aqui o link: Mapa

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Protegido: Geologia – 10ºano – Tema I

Posted by disciplinex em Julho 16, 2008

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Evolução da Terra

Posted by disciplinex em Julho 15, 2008

Existem várias teorias que explicam a história da Terra, a sua evolução.

Catastrofismo

Esta teoria explica as alterações ocorridas na Terra, que caracterizaram a sua evolução por fenómenos catastróficos, rápidos (ex: queda de meteoritos)

Uniformitarismo

Esta Teoria explica a evolução da Terra através do princípio do actualismo, ou seja as causas que provocaram fenómenos biológicos e geológicos (como exposição de camadas fossilíferas pela erosão e extinção de espécies por mudanças ambientais) no passado são as mesmas que provocam fenómenos biológicos e geológicos no presente. Estes fenómenos ocorrem de forma lenta e gradual.

Neocatastrofismo

Esta teoria é a actualmente aceite para a compreensão da Historia da Terra, na sua evolução.

Podemos considerar que alguns fenómenos biológicos e geológicos ocorrem devido a processos lentos e graduais e cujas causas do passado são idênticas às do presente, mas também temos de admitir a intervenção de processos catastróficos de responsáveis pelas alterações ocorridas na Terra, esta teoria designa-se então neocatastrofismo.

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Datação Absoluta

Posted by disciplinex em Julho 14, 2008

Na Datação Absoluta interessa saber unidade de tempo, ou seja, a Idade específica de uma rocha.

O Metódo utilizado para tal designa-se datação radiométrica, e basicamente, baseia-se na desintegração dos elementos radioactivos. (isótopos-pai para isótopos-filhos)

Não estou a perceber nada!!! Como isto funciona?

A Rocha, na sua génese, incorpora isótopos radioactivos, designados isótopos-pais.

Nessa fase inicial a rocha tem 100% de isótopos pais, mas á medida do tempo estes isótopos vão-se desintegrar para isótopos filhos (por isso que se chamam radioactivos). Isto acontece porque a rocha está instável com os isótopos pais e ao desintegrar-se nos isótopos filhos fica estável.

O tempo que é necessário para que metade dos isótopos pais se desintegrem em isótopos filhos designa-se por semivida.

Esquematicamente explicando:

(Clique na imagem para melhor visualização)

Soluções dos Exercícios de Consolidação:

1. O Processo 4 contém 3 semividas

usando a regra três simples:

1 semivida ————- 4 M.a

3 semividas ————– x

x = 3×4/1 = 12 Milhões de anos

2. Idade da Rocha no processo 3 = 10 Milhões de Anos

Semividas no processo 3 = 2 semividas

Sei que 2 semividas x (valor de semivida) = 10 …..fazendo a equação…

x = 10/3 = 5 Milhoes de anos corresponde a uma semivida

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